Caríssimos irmãos e irmãs, aqui reunidos celebramos com amor, alegria e jubilo as primeiras festas do nascimento do nosso Salvador. Hoje caros filhos, acaba-se um período litúrgico, passando-se de uma “época” de preparação, para momentos de festa e alegria, pois, a partir de hoje podemos ter a certeza da nossa salvação e redenção aos céus.
Devemos antes de tudo, anunciar esta boa nova... “Não me calarei, por amor de Jerusalém não descansarei, enquanto não surgir nela, como um luzeiro, a justiça e não se acender nela, como uma tocha, a salvação...”. A grande luz, finalmente ilumina novamente os nossos corações, o Cristo vem como uma tocha, queimar e apagar definitivamente a mancha dos nossos pecados. Sem medo, sem desculpas, devemos agir como verdadeiros crentes na vinda do Salvador, sermos igualmente os pastores, anunciar a boa nova àqueles que não a conhecem ou a duvidam. Novamente, devemos aclamar a bondade do Senhor, pois a sua misericórdia sem fim, foi tão grande, que se incarnou verdadeiramente, como um homem. Se vocês repararam, nenhuma outra crença, o Deus supremo teve a humildade de se fazer menor, de se fazer homem. O nosso Deus, fez, faz e fará, pois, ele é a disposição da nossa salvação, pois ele, quer que sejamos salvos, pois, ele nos deseja. Que o nascimento do Cristo, seja para nós um novo início, seja novamente o “estopim” para a nossa caminhada de fé. Não tenhamos medo, pois a escuridão de esvaiu, e sol radiante, nasce novamente no horizonte, nasce-nos a grande alegria, nasce-nos o redentor. Que este Natal, possamos refletir, sobre problemas, sobre conflitos, sobre a família. Pois, Cristo hoje, quer nascer no meio de nós. Por isso, abre a tua porta, deixe Ele entrar. Feche a porta ao pecado, feche a porta as brigas, feche a porta a desunião, ao desrespeito a intolerância... Porque só assim, a nossa porta a Cristo estará aberta, e poderemos contemplar, com júbilo, esta festividade, a vinda do Deus ao mundo. Assim seja, amém.
